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O que hot rods, rock and roll, tatuagens e atitude têm em comum? Tudo! Conheça o Pink Mink Mafia sob a ótica de uma de suas integrantes

Texto: Vitor Giglio
Fotos: Divulgação

Belas mulheres de atitude, personalidade forte, amantes de rock and roll, tatuagem, carros e motos antigos, bem como tudo o que remete aos anos 50.

Estamos falando de um grupo de garotas que representa o estilo “rockachola”, expressão criada por elas mesmas  para simbolizar a junção do rock and roll com o estilo “chola” – palavra utilizada para se referir a mulheres latinas que preservam com orgulho suas raízes indígenas. Estamos falando do grupo Pink Mink Mafia.

Cherry Rat, nascida Gabriela Engelbrecht, é a “jefa” da filial brasileira do PMM. “Jefa” é como é chamada a pessoa que preside o grupo.

Cherry conta que a PMM chegou ao Brasil em 2011 e explica em detalhes quais suas principais atribuições como representante das garotas. “Tenho a responsabilidade de colocar novas modelos no grupo, que saberão representar a nossa cultura através de nossas fotos, além de organizar ensaios fotográficos e eventos beneficentes para divulgar a Pink Mink Mafia e nossas modelos”, conta.

Ex-punk, empresária (dona da Top Cat Traditional Tattoo & Clothing), vocalista de um banda de rockabilly (Cherry Rat & Os Gatunos), frequentadora de eventos ligados à cultura Kustom e “jefa” da PMM Brasil, Cherry simboliza perfeitamente o estilo de vida outsider, compartilhado pelas demais meninas do grupo. “Curto rock and roll desde criança por influência do meu pai. Comecei a estudar música aos 9 anos. Conheci o rockabilly em 2009 e antes disso eu curtia e tinha banda de punk. Na verdade, foi uma transição. O punk não tinha mais a ver com a meu estilo de vida, nem com o que eu acreditava ou queria para mim. Foi então que conheci o rockabilly e descobri que era o que eu procurava. A música, os carros, as tattoos, o estilo em geral, aquilo sim me representava e me representa até hoje”, revela Cherry.

Estilo de vida

Costumo ir a eventos com a temática 50’s, retrô, rockabilly, eventos de carros antigos e eventos relacionados à cultura Kustom. Adoro ir aos estabelecimentos e shows das bandas dos meus amigos para prestigiar o trabalho deles mas, infelizmente, não tenho tempo de ir a todos, principalmente porque a loja e a banda ocupam boa parte dos meus finais de semana.

Banda

Minha banda foi formada há cinco anos e recentemente lançamos o nosso primeiro CD chamado “Bop to the Hell”. O nosso primeiro clipe, que foi lançado há alguns meses, tem tudo a ver com a temática Kustom, afinal a música se chama “Rat Rod”. Estamos trabalhando em novos clipes e novas músicas para o próximo disco. Quem quiser conhecer melhor é só entrar no nosso site www.crgatunos.com ou ouvir o nosso disco gratuitamente pelo Spotify.

Preferências

O estilo musical preferido é o rockabilly, mas nem por isso deixo de ouvir outras coisas. Ultimamente tenho ouvido as divas do pop, afinal, nada melhor do que uma boa extensão vocal pra estudar, mas não é exatamente o que eu gosto de ouvir. O primeiro artista da minha lista é o Johnny Trouble (não passo um dia sequer sem ouvi-lo). Mas ouço Janis Martin, Nikki Lane, King Louie, Sparkle Moore, Everly Brothers, Nikki Hill, Jd McPherson, Pat Capocci, The Rhythm Shakers, Tami Neilson, entre muitos outros.

Estou sempre em busca de coisas que eu ainda não ouvi. Fico vidrada por um tempo e daqui a pouco encontro outro artista e por aí vai. É difícil escolher as músicas que poderiam ser parte da trilha sonora da minha vida, mas Big Black Train, de Johnny Trouble, com certeza estaria nessa lista.

Universo 50`s no Brasil

Hoje o acesso à informação é muito rápido e isso faz com que as pessoas entrem e saiam de movimentos culturais com muita rapidez e facilidade. Existe uma galera que curte há muitos anos e vive a cena, mas também existe a galera que entra e sai, que simpatiza com o rockabilly, mas não vive a cena, então curte um pouco e logo muda para um outro estilo.

Na realidade não sei dizer se o movimento é maior hoje ou era maior há 10 anos, porque o que importa na verdade não é quantidade de pessoas, mas sim a dedicação de cada uma ao estilo. É isso que faz a cena crescer e ser mais forte.

Hots prediletos

Ainda não tenho um hot rod pra chamar de meu, mas um dia terei. Pode ser uma picape Chevrolet 1954 rat ou verde água com rodas vermelhas e faixa branca. Pode ser um Mercury 1950 ou um Bel Air 56, bem clássico. Não sonho com um Cadillac rosa, mas não cairia mal não.

Motos? Café Racer, sem dúvida. Um dia terei uma, mas por enquanto fico com a minha 125cc customizada pela Big Jack Garage.

Pink Mink Mafia

A PMM faz referência a antigos grupos de cholas dos anos 60 e 70 que saiam pelas ruas se orgulhando de suas origens com muito estilo e atitude. Só estamos continuando isso tudo com uma pitada de rockabilly. O grupo existe desde 2006 e foi criado em Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos. Hoje, temos modelos em várias partes do mundo: LA (onde tudo começou), França, Japão e Brasil.

Nossa marca promove o nosso estilo de vida, cultura e o nosso objetivo, que é colocar positivamente belas mulheres tatuadas, inteligentes, independentes e lindas no mapa.

Estamos no Brasil desde 2011. Eu entrei em 2012 e hoje sou a “jefa” (presidente) da PMM no Brasil. Tenho a responsabilidade de colocar novas modelos no grupo que saberão representar a nossa cultura através de nossas fotos, além de organizar ensaios fotográficos e eventos beneficentes para divulgar a Pink Mink Mafia e nossas modelos.

Convite

Qualquer mulher que tenha interesse em fazer parte dessa grande família que é a Pink Mink Mafia pode entrar em contato comigo através do instagram ou facebook, mas deve estar ciente de que não queremos apenas rostos bonitos, queremos atitude, objetividade e, claro, mulheres orgulhosas por serem latinas.

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