Mecânica: Freio = segurança

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O sistema de frenagem é, sem dúvida, o principal item de segurança em um projeto de customização

Por: Ricardo Kruppa

 Freio = segurança

Não há como questionar a importância do sistema de freios em qualquer que seja o projeto. Item primordial de segurança, o freio muitas vezes é aperfeiçoado também visando acompanhar eventuais modificações mecânicas, que podem tornar os veículos mais potentes e agressivos que em suas configurações originais.

No caso deste Ford T 1923, inicialmente, foi construído um sistema sem o hidrovácuo, porém, logo nos primeiros testes. O proprietário sentiu certa insegurança, o freio “borrachudo” e muito duro. Foi detectado que ele não segurava o suficiente em suas aceleradas e arrancadas. Levando em consideração que o carro utiliza mecânica oito cilindros Y block 292 com cambio automático, esta configuração utiliza ainda mais o sistema de freio.

O hidrovácuo é uma unidade lacrada, que reduz o esforço do pedal durante a frenagem usando como energia  o vácuo parcial criado pelo motor, adicionado à pressão atmosférica.

Após a instalação do novo sistema com hidrovácuo, o carro passou a demonstrar mais segurança no rodar e a garantia de parar na hora certa, sem arrastar as rodas até o momento de parar.

Peças que compõem o hidrovácuo:

– Diafragma: funciona separando as câmaras de ar e vácuo;

– Válvulas de entrada de ar e passagem de vácuo: controlam o sistema;

– Haste de entrada: transferem o esforço do pedal para o interior do freio;

– Haste de saída: aciona o cilindro mestre;

– Válvula de retenção: mantém vácuo suficiente para alguns acionamentos;

– Disco de reação: tem a função de modular a força de entrada e a força de saída do servo.

*Matéria publicada na edição #137 da revista Hot Rods.

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